Raimundo Cutrim, ex-secretário de Segurança do MA, virou alvo no STF por suspeita de oferecer propina para ocultar nomes de políticos no assassinato do empresário João Bosco Sobrinho, em 2022.
Flávio Dino é relator do caso dos mandantes; a PF diz que Cutrim violou sistemas restritos para monitorar carros e trajetos do ministro e repassou dados ao comunicador Luís Pablo.
A PF apura depósito de R$ 100 mil de Diogo Lima ao blogueiro e vê indícios de direcionamento; a defesa de Cutrim nega e cita sigilo, vazamento e garantia constitucional da fonte.